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Lubrificação; um conto que merece final feliz

Gata Borralheira. Quem não se encantou com a história? Quem não se indignou com a madrasta perversa? Quem não sofreu pelo tratamento dado àquela maravilhosa donzela – tão linda; tão prendada; e tão sofrida?

Saída dos contos de fada, a expressão “gata borralheira” ainda é usada para designar aqueles que não recebem o tratamento que merecem e são, constantemente, vítimas de maus tratos.

É... Ainda existem inúmeras empresas que tratam a Lubrificação como a gata borralheira dos processos...

Funcionários pouco (ou nada) treinados; falta de entendimento da importância do processo para o funcionamento da máquina; péssimas condições de armazenamento e manuseio do lubrificante; falta de controle. Esses são alguns dos sofrimentos impostos à nossa personagem.

Algumas estatísticas:

· 45% do pessoal de lubrificação não têm qualquer treinamento

· 80% de problemas com rolamentos são causados pelo lubrificante (inadequado, vencido, contaminado, insuficiente)

· 36% de problemas de lubrificação ocorrem por uso inadequado do lubrificante e práticas não recomendadas

· 23% de quebras em sistemas são atribuídas à escassez de lubrificante ou uso de produto impróprio

Alarmante!

O que pode acontecer? Estaria a Lubrificação condenada a viver eternamente nessas condições? Deveria esperar pelo resgate mágico de um príncipe encantado?

Não! A solução está bem mais próxima, no mundo real, onde as coisas acontecem pra valer. O fim dos problemas de Lubrificação passa por uma palavra – que nem é mágica, mas opera mudanças fantásticas: gestão.

A gestão eficiente dos processos de Manutenção precisa contemplar a Lubrificação com o grau de importância que tem. Precisa definir a estrutura do processo – e isso passa por instalações adequadas, treinamento de funcionários, uso correto do lubrificante, escolha do produto adequado, etc.

Estruturar o processo de Lubrificação não é aumentar despesas. É investir, minimizar problemas maiores, evitar prejuízos.


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