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Análise de lubrificantes: despesa ou investimento?

Em época de crise financeira, cortes, aperto de cintos, é comum se sacrificarem projetos, se adiarem novidades e se cancelar o supérfluo ou o dispensável. Ou seja: diminuir ao extremo qualquer saída de moeda.

Nessa perspectiva – vivida tão intensamente pelas empresas brasileiras – algumas vezes, a Laboroil vê com pasmo e certo horror, o cancelamento do programa de análise de lubrificantes.

Como se fosse de pouca importância. Como se fosse “gordura a ser cortada, nesses tempos bicudos”...

Basta... fazer contas! Basta analisar – com números – os efeitos de um programa de análise de lubrificantes.

Duas operações precisam ser feitas:

1) A primeira, com tudo o que se gastou numa ação mecânica sobre um equipamento, a partir do que foi detectado pela análise de lubrificante. Nada pode ficar de fora: peças, serviços, mão-de-obra, tempo de não-trabalho da máquina, etc. etc. etc. Registrar o resultado.

2) A segunda operação requer um cálculo diferente: imaginar até que ponto teria crescido a falha detectada pela análise do lubrificante. Como seria? Quanto do sistema teria ficado comprometido? Qual a gravidade da situação, em relação ao que foi tratado? Quanto se gastaria, nesse quadro bem mais grave de problema? Do mesmo modo que no item n° 1, nada pode ficar de fora. Registrar o resultado.

Agora é simples. Comparar os resultados. A diferença entre eles chama-se ECONOMIA!

Abandonar um programa de análise de lubrificantes é assumir riscos de grande impacto. É optar pela inversão do ditado popular e escolher (inexplicavelmente): “é melhor remediar do que prevenir”.

Economia não é apenas para épocas de crise. Deve ser metodologia de trabalho.

A análise de lubrificante é prática eficaz e confiável para definir o trabalho da Manutenção.

Laboroil. Ferramenta indispensável na Manutenção.

Lubrificante: personagem de destaque em qualquer máquina

Se há alguma dúvida sobre as funções do lubrificante, vale lembrar: seu principal objetivo é reduzir efeitos da fricção, no caso de duas superfícies em contato. Assim, em maior ou menor grau, o lubrificante sempre diminui a taxa de desgaste das superfícies.

Mas, não é só.

O lubrificante exerce funções de apreciável importância, para manter o equilíbrio nos sistemas dos equipamentos: dissipar o calor gerado, reforçar vedações, proteger contra ferrugem e corrosão, arrastar detritos - mantendo “limpos” os componentes, evitando deposições. Diminui perdas.

Não é pouco.

Para melhorar sua performance, usam-se aditivos - elementos acrescentados ao óleo para facilitar ou potencializar funções. Exemplos de aditivos:

· Antioxidantes – retardam o processo de oxidação do óleo; desse modo, desaceleram a formação de borras e vernizes e o espessamento do óleo;

· Detergentes/dispersantes – usados para manter o material insolúvel eventualmente existente em suspensão;

· Anticorrosivos – têm a função de combater a ação de compostos ácidos sobre as superfícies metálicas.

Inúmeros outros aditivos, com finalidades diversas estão disponíveis: melhoradores do índice de viscosidade, antiespumantes, demulsificantes, abaixadores de ponto de fluidez...

Apenas o senso comum acredita que óleo é para ser colocado na máquina e descartado, tempos depois.

O desenvolvimento de ciência e tecnologia trouxe luz aos fenômenos físico-químicos e aos processos em máquinas. Inúmeros instrumentos e métodos de melhoria de operação e de disgnóstico foram desenvolvidos para aprimorar o trabalho de equipamentos. E a lubrificação acompanhou a evolução.

O monitoramento do lubrificante por análise, em laboratório, permite detectar, com segurança as variações em suas características – e dos aditivos. Podem-se definir as tendências de degradação (contaminações, desgastes, alterações em propriedades), com o objetivo de se atuar para impedir a perda de funções do óleo.

Lubrificação merece muita atenção. Conte com a Laboroil para a melhor análise em lubrificantes.

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