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- Empresa: Missão Oferecer serviços de Análise ao mercado de Manutenção de equipamentos automotivos e industriais, pautando o trabalho em investimento maciço em tecnologia e capacitação de pessoas, respeito aos nossos valores e consideração às necessidades do cliente. Visão Alcançar excelência e liderança absoluta de mercado em Programas de Suporte à Manutenção de máquinas e equipamentos automotivos e industriais, pela oferta de serviços de análise de lubrificantes e outros serviços, com o maior grau de eficácia, rapidez e confiabilidade. Valores Para oferecer qualidade, não basta a uma empresa simplesmente existir. Além de estrutura física compatível com a proposta de trabalho e de um quadro de pessoas com capacitação profissional, é necessária uma conduta demonstrativa de eixos fortes, capazes de dar sustentabilidade à proposta. A laboroil® formaliza a seguir os valores que norteiam sua atuação. + Ética + Utilidade + Comprometimento + Versatilidade + Confiabilidade + Respeitabilidade + Rigor + Leveza Empresa que investe maciçamente em tecnologia e pesquisa, conta com equipe especializada, composta por profissionais de alto nível técnico, a laboroil® está capacitada a realizar, com rapidez e precisão, os mais diversos ensaios que se fizerem necessários em função de situações específicas de trabalho dos equipamentos. - Análise: Óleo lubrificante é elemento vital no funcionamento de máquinas e equipamentos; ao entrar em contato com os sistemas, recebe deles extensa gama de informações sobre os processos que aí se desenrolam. Realizar a troca simplesmente deixando escoar o produto significa perder a oportunidade de conhecer e avaliar dados significativos sobre o funcionamento daquela máquina. A análise de óleos permite identificar e ponderar essas informações. Pela realização de inúmeros ensaios de verificação de características e propriedades do produto aliada à interpretação de resultados, é possível determinar não apenas o estado do óleo, como também identificar processos de degradação que apontam para falhas em curso. Teor de água A determinação da presença e teor de água em óleos lubrificantes pode se dar por diferentes métodos, como verificação de turbidez em óleos claros, crepitação em chapa aquecida, destilação por arraste, presença de espuma pelo aquecimento acima de 100º C e determinação quantitativa pelo método Karl Fischer. Observe-se que apenas métodos quantitativos podem oferecer resultado definitivo no que diz respeito ao comprometimento das funções do óleo, pela água. A contaminação por água é indesejável na maioria dos sistemas de lubrificação; a presença dessa substância pode resultar em formação de emulsões, falha ou ineficiência de lubrificação em pontos críticos, precipitação dos aditivos – por hidrólise, formação de borras (em óleos “sujos”), o quer pode provocar entupimento em telas, filtros ou tubulações ou aceleração de processo de corrosão das superfícies metálicas. Corrosão em lâmina de Cobre O ensaio consiste em se emergir uma lâmina de cobre, previamente polida, numa amostra de óleo, em condições padronizadas em laboratório. Ao final do teste, a lâmina é lavada com solvente e comparada a um padrão; verifica-se, assim, o grau de corrosão desse material.tubulações ou aceleração de processo de corrosão das superfícies metálicas. Existem vários tipos de testes de corrosão para derivados de petróleo – de acordo com a natureza e destinação de cada produto. Usa-se o cobre devido ao fato de esse metal e suas ligas serem amplamente usados na fabricação de mancais e serem os mais sujeitos ao ataque corrosivo. Alguns óleos apresentam em sua formulação aditivos contendo cloro, enxofre ou sais inorgânicos que, sob condições específicas de serviço, podem contribuir para a corrosão de partes de equipamentos ou, no caso de óleos de corte, das peças a serem usinadas. Demulsibilidade É o tempo necessário para que ocorra completa separação de óleo/água, em condições padronizadas em laboratório. A determinação da demulsibilidade é de suma importância para óleos que tenham contato regular com água pela própria natureza da tarefa que executam no equipamento – como, por exemplo, óleos para turbinas a vapor, máquina de papel, serviços hidráulicos, marteletes de perfuração de rochas, etc. Densidade É a razão entre a massa de determinado volume de produto, a determinada temperatura e a massa de igual volume de água destilada. O ensaio é feito utilizando-se o densímetro. Analisada em conjunto com outras características, a densidade oferece indícios acerca da composição e poder calorífico de produtos. Diluição por Combustível Este teste é realizado para se determinar a quantidade de combustível presente em amostras de óleos lubrificantes em motores de combustão interna a gasolina, a álcool ou a diesel. Três métodos diferentes são empregados – de acordo com o modo de alimentação do equipamento. Genericamente, pode-se dizer que é usual encontrar-se contaminação em óleos de motores a gasolina ou a álcool – o mesmo não acontecendo com motores a diesel. Neste caso, a informação pode ser indicadora de deficiência nos componentes de alimentação – tubulação de retorno quebrada, gotejamento nos bicos injetores. A importância de se monitorar convenientemente o grau de contaminação por combustível reside no fato de que essa contaminação tem efeitos nefastos nas características e, em conseqüência, no desempenho do lubrificante: alteração na viscosidade, oxidação e formação de sedimentos são alguns dos danos possíveis. Tendência à Formação de Espuma São as medidas dos volumes de espuma formada e remanescente a partir de injeção de ar no óleo, em condições padronizadas em laboratório. Na máquina, a formação de espuma é geralmente devida à aeração excessiva do óleo lubrificante. A medida mais importante em relação a essa característica, não é exatamente no sentido de se impedir a formação – muitas vezes, inevitável – e sim, interferir no processo de quebra, ou seja, seu tempo de desaparecimento. A espuma resulta em lubrificação inadequada, cavitação e fluxo deficiente de óleo; pode ser um problema em sistemas que possuem engrenagens e/ou mancais de alta velocidade e naqueles que utilizam bombeamento sob alta pressão ou lubrificação por salpico – os quais, paradoxalmente, tendem a formar espuma. As causas para esta formação indesejada podem estar no baixo nível de óleo no reservatório – fazendo com que a bomba aspire ar juntamente com o óleo - nas linhas de sucção de óleo da bomba, ou ainda no posicionamento da linha de retorno do óleo ao reservatório: estando muito acima do nível do óleo, pode acontecer elevada turbulência e aeração. Constatou-se que alguns óleos que exibem elevada tendência à formação de espuma são também propensos à formação de emulsões quando contaminados por água. Assim como os óleos lubrificantes, emulsões de óleos em água podem receber aditivos antiespumantes: diante dos inúmeros recursos disponíveis, o uso do aditivo deve seguir estritamente a indicação do fabricante, para suficiente adequação. Insolúveis em Pentano É a medida percentual em peso de material (exceto água e combustível) contido no lubrificante. Tal material inclui produtos de oxidação (borras, vernizes, resinas, gomas) fuligem, resultantes de degradação do óleo, partículas de desgaste e outras sujidades. Uma das características exigidas num lubrificante é sua capacidade de dispersar os sedimentos, mantendo-os em suspensão e impedindo a deposição em partes críticas do sistema lubrificado. Esse ensaio possibilita a determinação da quantidade de sedimentos em suspensão no óleo e, mais uma vez, fica patente aqui a necessidade de interpretação de resultados levando-se em conta o histórico do equipamento: um baixo índice de insolúveis pode representar uma boa condição do óleo, mas pode, também, significar o resultado de supersaturação do dispersante. Nesse caso, o óleo é exposto a um volume tão dramático de contaminantes, que ocorre um fenômeno de sedimentação acelerada com resultante altamente mórbida para o motor. Dispersância Uma das inovações em resposta às determinações da EPA (Agência de Proteção Ambiental) foi o aparecimento dos chamados motores “verdes”, mais amigáveis em termos de emissão de níveis de Nitrogênio (NOx) em motores diesel. As alteraçõesestruturais incluíram sistema de sincronismo retardado e circulação de gases de escape (EGR); portanto, gases que anteriormente seriam simplesmente liberados na atmosfera voltam à câmara de combustão para segunda queima. Ocorre, como conseqüência, deslocamento de oxigênio, pelo volume de gases introduzidos na câmara de combustão. Isto cria uma combustão mais “fria” - o que aumenta a contaminação do óleo lubrificante de motor. No caso de motores diesel, mais expostos à contaminação, este sistema potencializa a degradação, ampliando a tendência de danos aos componentes do sistema. Observe-se que o limite de fuligem - de 1,5% - anteriormente considerado normal para motores diesel pesados, foi alterado para algo em torno de 3%, nos motores EGR. O poder dispersante é conseguido através de aditivação do lubrificante emprestando a ele condições de impedir que produtos de combustão (sólidos, fuligens, lamas, borras, etc.) se aglomerem e - por terem polaridade inversa aos metais do motor - se depositem ocasionando arranhamentos, travamentos, entupimentos generalizados, etc. Portanto, tão importante quanto conhecer a quantidade de fuligem presente no óleo, é avaliar objetivamente a capacidade que o óleo tem de manter os elementos indesejáveis em suspensão, ou seja, seu potencial de dispersância. O ensaio acontece por fotometria e revela a medida do poder dispersante, o índice de contaminantes e, em consequência destes - a perda ponderada das propriedades dispersantes. Ponto de Fluidez É a menor temperatura na qual o óleo flui livremente sob condições pré-estabelecidas em laboratório. Vários fatores, como a origem do óleo cru e o processo de fabricação, interferem no valor do Ponto de Fluidez. A determinação dessa característica é importante para óleos de máquinas de sistemas de refrigeração. Observe-se que, apesar de o Ponto de Fluidez ser considerado como único e absoluto critério para se determinar sua adequação à aplicação sob baixas temperaturas, isso não corresponde à realidade. Sob condições de alto índice de cisalhamento, quando o óleo está em movimento forçado por dispositivos mecânicos, os cristais de parafina têm o entrelaçamento rompido devido ao fornecimento de energia necessária para fazer o óleo fluir. Sob tais condições, mais importante que o valor do Ponto de Fluidez é o valor da viscosidade do óleo a baixas temperaturas: esse é o determinante da capacidade de bombeamento do produto. Em termos de contaminação, a determinação do Ponto de Fluidez é indicativa de mistura de óleos de bases diferentes, pois os elementos básicos naftênicos têm um valor de Ponto de Fluidez bem menor que os parafínicos de viscosidade semelhante. Ponto de Fulgor É a menor temperatura na qual o óleo desprende vapores que, em presença de ar, provocam um lampejo ao aproximar-se da superfície do óleo uma pequena chama piloto – em condições de laboratório. A determinação dessa característica tem importância sob o ponto de vista da segurança, uma vez que temperaturas acima do Ponto de Fulgor podem representar condição favorável à ocorrência de incêndios e explosões. É também um teste indicativo de contaminação por combustível em óleos de motores de combustão interna. Não se pode confundir essa medida com o ponto de combustão ou inflamação, que é a menor temperatura na qual o óleo entra em combustão, isto é, queima de forma contínua. Rigidez dielétrica A rigidez dielétrica de um óleo isolante expressa sua resistência à passagem da corrente elétrica. É definida como a voltagem na qual ocorre a passagem de corrente elétrica entre dois eletrodos sob condições pré-estabelecidas em laboratório. No estado puro, livre de qualquer elemento estranho, o óleo é um condutor de eletricidade extremamente pobre, ou seja, é um bom isolante. Por isso, a queda da rigidez dielétrica é indicador da presença de agentes contaminantes como água, impurezas ou partículas condutoras. Acompanhamento do comportamento do óleo com relação à rigidez dielétrica é importante na orientação sobre o correto momento de troca do óleo ou de necessidade de regeneração do volume instalado. TAN (Total Acid Number) Representa a massa (em mg de Hidróxido de Potássio – KOH) necessária para neutralizar um grama de óleo; é a medida de todas as substâncias contidas no óleo, capazes de reagir com o KOH. Também é denominado Número de Neutralização (NN), particularmente quando obtido por método colorimétrico em óleos minerais puros. Os constituintes mais comuns dessas substâncias são ácidos orgânicos, sabões de metais, produtos de oxidação, nitritos e nitrocompostos e ainda outros, que podem estar presentes como aditivos. Ácidos minerais (ácidos orgânicos fortes) presentes numa amostra de óleo são originados, basicamente, dos compostos de enxofre presentes nos combustíveis. Nitratos orgânicos e nitrocompostos, também originados dos combustíveis, contribuem para aumentar a acidez. O principal valor do teste de acidez em óleos usados é o de, por comparação com resultados de ensaios anteriores no mesmo óleo, permitir avaliar as transformações que o produto está sofrendo em serviço. TBN (Total Basic Number) É a massa em miligramas de ácido clorídrico ou perclórico, expressa em termos de quantidade equivalente de hidróxido de potássio, necessária para neutralizar todas as substâncias presentes em um grama de óleo que reage com esses ácidos. Este teste é normalmente feito em óleos de motores que contêm aditivos alcalinos (reserva alcalina do produto). Em óleos usados, é uma indicação da reserva alcalina remanescente, que, enquanto existir, não permitirá a presença de ácidos fortes. A natureza dos aditivos torna possível a determinação tanto do TAN como do TBN do produto, quer seja em óleos novos ou usados. O principal valor do teste de alcalinidade em óleos usados é o de, por comparação com resultados de ensaios anteriores no mesmo óleo, permitir avaliar as transformações pelas quais o óleo passa, em serviço. Viscosidade Em termos gerais, é definida como sendo a resistência oposta ao escoamento; sua verificação consiste na medição do tempo que um fluido leva para escoar por um capilar, sob uma determinada temperatura, entre duas marcas existentes em um tubo aferido (fatorado). A viscosidade cinemática é a resultante do produto entre esse tempo, em segundos, e o fator do tubo. A viscosidade é uma das características mais importantes no controle do uso dos lubrificantes e deve ser mantida dentro dos limites estabelecidos para o serviço do óleo; considere-se, por exemplo, que o aumento desse fator pode representar empecilho à fluidez necessária ao bom desempenho de lubrificação, com maior dispêndio de energia. Por outro lado, viscosidade abaixo do ideal pode ocasionar elevadas taxas de desgaste. A variação desse indicador pode ser manifestação de uma gama de problemas, como presença de contaminantes (insolúveis), oxidação pronunciada, inadequação ou ineficiência do sistema de purificação (incapacidade de retirar os materiais contaminantes), contaminação por óleo combustível e outros. Índice de Viscosidade É um número empírico, não dimensional, que indica o efeito da variação da temperatura sobre a viscosidade do óleo. É determinado baseado na medição da viscosidade cinemática a duas temperaturas diferentes. Um elevado IV significa que, diante de variações de temperatura, o óleo sofrerá variação relativamente pequena em sua viscosidade. O IV indica, principalmente, a natureza (tipo) do óleo básico empregado no lubrificante: enquanto que nos óleos parafínicos esse índice está próximo ou superior a 100, nos óleos semi-naftênicos situa-se por volta de 30 e nos produtos naftênicos – que geralmente contêm elevado teor de aromáticos – aproxima-se de zero. Alterações no IV de óleos em serviço podem ser devidas a reposições com óleos de diferente IV, cisalhamento do aditivo aumentador do IV, alta concentração de contaminantes ou uso de aditivos “milagrosos”. Nível de Contaminação Sólida O cálculo do Nível de Contaminação Sólida permite identificar, por filtragem e pesagem, o nível de incidência de contaminantes. A partir daí outros ensaios se seguem com o fim de complementar o banco de dados que irá levar ao diagnóstico do processo sofrido pelo equipamento / compartimento. Cada tipo de material / substância tem um grau diferente de influência na degradação: esse valor, e ainda o nível de presença de cada contaminante são considerados na determinação de um valor final, por média ponderada. Compara-se esse resultado em relação a uma tabela (informação-padrão) desenvolvida pela equipe técnica laboroil®. Índice de Partículas Ferrosas Uma vez que o material de liga ferrosa - por suas características magnéticas – gera distorção em um campo quantificado, o ensaio IPF determina o grau de incidência de detritos de material de liga ferrosa presentes na amostra de óleo. O valor obtido permite acompanhar a evolução do quadro (progressão ou estabilidade) em relação a esse tipo de material de desgaste não havendo, no entanto, identificação de características morfológicas e dimensões das partículas. Este detalhamento será completamente definido nos ensaios Particografia (que inclui o Estudo Morfológico de Partículas) e Ferrografia Analítica. Espectrofotometria O reconhecimento de contaminantes metálicos geralmente fornece fortes indícios das condições prejudiciais a uma máquina e consequentes medidas de correção. A espectrofotometria de absorção atômica representa meio rápido e seguro para a determinação dos elementos inorgânicos presentes nos óleos lubrificantes usados: metais de desgaste, partículas de contaminação externa e aditivos; usada na identificação de partículas menores que 4µm. O Ensaio espectrofotométrico por emissão é feito com base na capacidade de desprendimento de radiação característica de cada elemento químico em contato com fontes térmicas ou elétricas de excitação. Estas fontes excitam os átomos a níveis maiores de energia que aquela do Estado Fundamental; quando, do estado excitado retornam ao fundamental, os elétrons emitem uma radiação característica de comprimento de onda específico para cada elemento. São detectadas partículas abaixo de 10µm. A Laboroil conta, ainda com aparelhos espectrofotométricos de tecnologia ICP: de alta sensibilidade, utilizam o princípio da emissão atômica por plasma de acoplamento indutivo e dispõe de um sistema de detecção baseado em semicondutores para análise quantitativa e semiquantitativa de líquidos. Este tipo de excitação constitui um avanço notável, em termos de espectroscopia de emissão; a produção do espectro se dá pela nebulização da amostra em solução no interior de um plasma de argônio - nuvem de gás parcialmente ionizado e com elevada temperatura - que é sustentado por um campo magnético gerado por uma bobina de radiofreqüência. Usado na determinação de traços de elementos, pode detectar partículas abaixo de 8µ. Contagem de Partículas O ensaio surgiu da necessidade de extremo grau de pureza (não-contaminação) de óleos usados na NASA e, por extensão, passou a ser aplicado em produtos que requerem elevado grau de limpeza. É adequado a óleos hidráulicos e afins, caso em que partículas indesejáveis têm efeito devastador, uma vez que são produtos que trabalham sob extrema pressão e cujos sistemas sofrem excessivo desgaste e fadiga pela presença de partículas. O resultado do teste oferece o número de partículas por faixas granulométricas, como indicador de limpeza do óleo. Realizado em aparelhos de tecnologia diversa, é capaz de determinar qualitativa e quantitativamente os elementos presentes em uma determinada amostra. Particografia É um processo de pesquisa das partículas contaminantes encontradas na amostra. Realizado levando em consideração resultados de outros ensaios, o procedimento foi desenvolvido pela equipe Laboroil® e representa uma nova tendência na análise de elementos – com registro fotográfico disponível nos laudos. Inclui o Estudo Morfológico dos contaminantes, bem como rastreamento de causas de seu surgimento. Sem dúvida, é um salto qualitativo de grande significado para o gestor de Manutenção, ao mesmo tempo em que representa um importante diferencial no padrão Laboroil® de qualidade. Fuligem Produtos da combustão entram no óleo através do sopro normal dos pistões, reduzindo o desempenho do óleo em proteger e lubrificar os componentes do motor. Com base na diferente capacidade que óleo e fuligem apresentam de refletir a luz, é lançado um feixe de luz infravermelha numa película de óleo usado. Pela diferença de reflexão, obtém-se, a partir daí o percentual de fuligem presente no óleo. Resíduos insolúveis de combustível parcialmente queimado podem espessar o óleo, exaurir os aditivos e, eventualmente, entupir os filtros. A fuligem é encontrada normalmente em amostras de óleo de motor; sua presença em outros compartimentos acontece por contaminação por aquele produto. Vários fatores contribuem para o acúmulo de fuligem, como entupimento de elementos do filtro de ar, excessivo uso de marcha lenta, baixa temperatura de operação, deficiência na injeção de combustível e outros. NCS - Nível de Contaminação Sólida O adequado tratamento dos dados trazidos pelas partículas contaminantes do óleo leva ao conheci­mento do perfil normal de desgaste bem como à predição de problemas no equipamento: falhas e até mesmo fraturas podem advir de pontos de intensificação de tensão, enfraquecimento de peças, desajuste de mecanismos, vibrações, etc. Além de se conhecer o tamanho e o número de partículas, os estudos se direcionam a investigação da morfologia das mesmas. Dos vários elementos encontrados verifica-se a origem de cada um, aponta-se quais deles seriam prejudiciais ao sistema e ainda em que grau isto viria a ocorrer. O cálculo do Nível de Contaminação Sólida permite identificar, por filtragem e pesagem, o nível de incidência de contaminantes. A partir daí outros ensaios se seguem com o fim de complementar o banco de dados que irá levar ao diagnóstico do processo sofrido pelo equipamento/compartimento. Cada tipo de material/substância tem um grau diferente de influência na severidade de degradação: esse valor, e ainda o nível de presença de cada contaminante são considerados na determinação de um valor final, por média ponderada. Compara-se esse resultado em relação a uma tabela (informação-padrão) desenvolvida pela equipe técnica Laboroil®. - Home: Laboratório de monitoramento de desgaste e contaminação de sistemas através da análise do lubrificante. Ferramenta indispensável na manutenção ISO 9001/2008 Avenida Portugal, 4751 - Bairro Itapoã - Belo Horizonte/MG - (31)3441-9655 - Produtos Treinamento A obtenção plena de resultados de um Programa de Análise de óleos e outros elementos não depende apenas do laboratório; é de suma importância que a empresa-cliente esteja amplamente envolvida no processo. Explica-se: o rigor nos procedimentos deve ter início no momento de coleta de amostras e se continuar nas ações do Departamento de Manutenção, em função dos resultados comunicados em laudos. Para o alcance de excelência no trabalho, a Laboroil®; disponibiliza pessoal técnico capaz de oferecer: 1. Demonstração de procedimentos – como coleta de amostras de óleos lubrificantes e outros elementos; 2. Realização de cursos / palestras; 3. Promoção de Visitas Técnicas, quando o cliente tem oportunidade de conhecer melhor a Laboroil® sua estrutura e funcionamento; 4. Promoção de eventos: cursos, seminários. SoftOil Com o propósito de facilitar ao cliente as ações do Programa de Análise de Lubrificantes, a equipe técnica da Laboroil desenvolveu um aplicativo simples e eficiente: o SoftOil. O que o SoftOil V3 faz? • Programação das coletas das amostras; também pode ser usado para controle das trocas de óleo e filtros lubrificantes; • Recebimento dos resultados das análises através de arquivos enviados por e-mail; • Pesquisas dos resultados através de vários filtros; • Impressão de laudos históricos, solicitações de coletas, etiquetas de identificação das amostras e pendências de coletas e trocas. Por que é vantajoso para o cliente usar o Softoil? • Agilidade no preparo de material amostrado para envio, bem como recebimento de resultados; • Facilidade em: Acompanhar o desempenho de cada equipamento/compartimento; Lançar retornos, uma vez que, além dos laudos, o software disponibiliza gráficos que evidenciam ao usuário informações relevantes; Confiabilidade, uma vez que diminui a probabilidade de omissões e erros nos lançamentos de controle dos equipamentos. Bomba de Sucção Manual (BSM) O sucesso de um programa de análise de lubrificantes começa com uma coleta bem feita... A Bomba de Sucção Manual Laboroil® é o instrumento ideal para se obter uma amostra de maneira rápida e segura. • Desenho funcional, facilitando o trabalho do operador; • Grande resistência e durabilidade; • Excelente vedação, pois se adapta perfeitamente ao frasco Laboroil®; • Fácil manutenção. Vantagens • Design funcional, facilitando o processo; • Resistência e DURABILIDADE; • Adapta-se perfeitamente ao frasco Laboroil®, o que dá melhor vedação, impedindo vazamento; • Fácil manutenção. Um produto com o selo de qualidade Laboroil® - OilNews: Dispersância: Característica determinante no uso do óleo. - Inforoil: Edição 18 • Análise de óleo tem marca e muita história • ISO 9001-2008: instrumento a mais para fazer da Laboroil seu parceiro de confiança • Análise de lubrificantes - O programa preditivo/proativo permite a manutenção com segurança e economia Edição 17 • Novo Site da laboroil inclui prestação de serviço ao cliente • É hora de melhorar as práticas de lubrificação • Saiba qual é a destinação correta para o óleo usado • Ibram cria programa para reduzir acidentes de trabalho no setor da mineração Edição 16 • Diesel: qualidade é indispensável para bom funcionamento dos equipamentos Edição 15 • Indústria aeronáutica decola • Análise de lubrificantes é grande aliada na economia e segurança de aeronaves Edição 14 • Centro de desenvolvimento de nova técnicas - novidade Laboroil Edição 13 • Laboroil manutenção que gera economia Edição 12 • Biodiesel reduz emissão de poluentes na atmosfera Edição 11 • Óleo em uso: a caixa preta que conta a vida do seu equipamento Edição 10 • Economia e fim do desperdício geram lucro nas empresas Edição 09 • Bom exemplo vindo da histórica Ouro Preto - troca programada é mais barata Edição 08 • Economia no ar: Programa de Análise de Lubrificante é vantajoso para a aviação Edição 07 • Análise de graxa é uma opção para reduzir as despesas Edição 06 • Análise do sistema de arrefecimento Edição 05 • Tecnologia: Laboroil disponibiliza resultados de análises pela internet Edição 04 • Laboroil - Investindo em excelência Edição 03 • Novo laudo facilita dia-a-dia do cliente Edição 02 • Análise de óleo representa economia Edição 01 • Laboroil - excelência em análise de lubrificantes - Perguntas e Respostas: É possível associarem-se os resultados das análises do óleo lubrificante com outras técnicas de manutenção preditiva? Sim. Quanto mais dados sobre o compartimento monitorado for possível se obter, mais conclusiva será a decisão sobre a evolução do problema. Em muitos casos, é interessante o monitoramento de outros itens como temperatura de funcionamento, vibração, pressão, desempenho, etc. Entretanto, é importante lembrar que, na maioria das falhas, os primeiros sinais são detectados através da análise do óleo lubrificante. É possível recuperar um óleo condenado? Se o motivo de condenação foi devido ao alto grau de sujidades, alto grau N.A.S., ou pequena contaminação com água, o problema poderá ser resolvido com uma criteriosa filtragem do produto. Neste caso, será necessária uma nova análise para se avaliar a eficiência do processo. A coleta da amostra de óleo pode ser feita com o equipamento “frio”? É desaconselhável, pois, com o óleo frio, haverá precipitação dos contaminantes e o sistema não estará homogêneo. Portanto, se a coleta for realizada desta forma, os resultados poderão estar distorcidos da realidade do equipamento. Os filtros de óleo devem ser trocados junto com o óleo ou conforme especificação do fabricante? Conforme a indicação do fabricante. Na maioria dos casos a vida útil do óleo supera a dos filtros, no entanto, se o óleo for trocado, os filtros deverão ser trocados junto. Quais são os períodos de amostragem sugeridos pela Laboroil® para os diferentes equipamentos/compartimentos? Equipamentos Industriais (Redutores, Compressores, Britadores, Injetoras, Prensas, etc.): Coletas mensais, trimestrais ou semestrais, conforme o grau de importância do equipamento ou do trabalho. Equipamentos Automotivos: Cárter do motor 1ª coleta com 250 horas / 10.000 Km ou tempo de uso sugerido pelo fabricante do motor. 2ª coleta e as seqüentes de 125 em 125 horas / 5.000 em 5.000 Km ou metade do tempo inicial da primeira coleta. Transmissão / Diferencial / Comando Final / Redutores 1ª coleta com 500 horas / 20.000 Km ou tempo de uso sugerido pelo fabricante. 2ª coleta e as seqüentes de 250 em 250 horas / 10.000 em 10.000 Km ou metade do tempo inicial da primeira coleta. Sistemas Hidráulicos 1ª coleta e as seqüentes de 250 em 250 horas / 10.000 em 10.000 Km. É possível fixar parâmetros ou níveis de alerta para teores de contaminantes detectados em análise? Não, devido às inúmeras variáveis em jogo: condições mecânicas da máquina, hábitos do operador, diferentes formas de trabalho, tolerâncias de fabricação, ambiente de trabalho, manutenção, lubrificação, tempo de serviço do óleo, reposição, etc. Tais variáveis tornam impossível estabelecer-se, de modo impositivo e genérico um conjunto de limites que regulem os níveis de alerta para os teores detectados em análise. As conclusões são firmadas, principalmente com base nos resultados anteriores e, no caso de primeiras amostras por comparação com equipamentos semelhantes. Muitas vezes, sugerimos a troca do óleo para acompanhamento da evolução do problema em futuras amostras, tendo em vista o histórico do sistema. Por quanto tempo um lubrificante poderá ser usado, com segurança, em um equipamento? Qual o período de troca indicado para o meu equipamento/compartimento? Há, por certo, um momento na vida do óleo em que ele deve ser trocado. A substituição está ligada diretamente ao tipo de máquina e à natureza das operações envolvidas. Conseqüentemente, não será possível se estabelecer, de maneira apriorística, intervalos fixos de trocas para vários equipamentos, operando sob as mais diversas condições. Vale observar que a maior preocupação ao se monitorar por análises o uso de lubrificantes é conhecer, controlar e, se possível, combater a origem da contaminação. Os contaminantes podem advir de várias fontes e resultarem como conseqüência de fatores diversos, como situações de operação, tipo e qualidade de combustível e condições da máquina. Uma mudança gradual das características do lubrificante em serviço é normal. Mudanças súbitas apontam para a necessidade de troca do óleo e, na maioria dos casos, são indícios de falha no equipamento. Vale lembrar que o comportamento do lubrificante pode variar em equipamentos de um mesmo fabricante e mais provavelmente em máquinas semelhantes, de diferentes marcas e modelos. As muitas variáveis em jogo – condições mecânicas da máquina, hábitos do operador, diferentes formas de trabalho, ambiente, etc. - tornam impossível estabelecer-se, impositiva e genericamente, um conjunto de limites que regulem o programa de troca de óleo. Pode-se deduzir, portanto, que se torna indispensável o controle periódico e sistemático por análises, pois o processo de contaminação é medido e avaliado, assim como as características/propriedades do óleo e ainda seu desempenho. De posse destes dados, a Laboroil® fornece laudos que orientam o usuário do serviço, possibilitando-lhe promover intervenções objetivas e seguras. Fica claro, então, que a vida do lubrificante está proporcionalmente ligada às condições de trabalho e manutenção de cada máquina; uma vez preservadas as características químicas e físicas do óleo e mantido em níveis toleráveis o grau de contaminantes, o lubrificante poderá permanecer em serviço, com segurança. Qual o significado da sigla IPF? INDÍCE DE PARTÍCULAS FERROSAS Uma vez que o material de liga ferrosa - por suas características magnéticas - gera distorção em um campo quantificado, o ensaio IPF determina o grau de incidência de detritos de material de liga ferrosa presentes na amostra de óleo. O valor obtido (em ppm) permite acompanhar a evolução do quadro (progressão ou estabilidade) em relação a esse tipo de material de desgaste não havendo, no entanto, identificação de características morfológicas e dimensões das partículas. Este detalhamento será completamente definido nos ensaios Particografia (que inclui o Estudo Morfológico de Partículas) e Ferrografia Analítica. Qual é o critério para a seleção de equipamentos a serem monitorados no Programa de Análise de Óleos Lubrificantes? Qual a capacidade mínima de um compartimento para que esse monitoramento se torne viável? O principal item a ser considerado é a importância do equipamento/compartimento no processo de produção. Outros fatores que deverão ser avaliados na seqüência são: • Interferência na qualidade do produto ou serviço; • Custo de reposição; • Existência de stand-by (equipamento reserva). É importante lembrar que se fazer a definição dos equipamentos a serem monitorados unicamente em função do volume vem como recomendação de empresas interessadas na venda do óleo, pois, para elas, os equipamentos de baixo volume são insignificantes; ocorre que, em alguns casos estes equipamentos podem ser críticos no processo - de grande importância e/ou de valor considerável - sendo assim, o volume não deve ser tomado como único critério para tal seleção.